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A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
O caminho para a IG4 Capital assumir o controle da Braskem (BRKM5) ganhou camadas de complexidade. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu que a operação, embora notificada sob rito sumário, exige uma "análise mais aprofundada".
O despacho, publicado na quinta-feira (19) no Diário Oficial, confirma a prorrogação do prazo de análise pelo presidente do órgão, Gustavo Augusto Freitas de Lima, que alegou complexidade societária e o barulho de terceiros interessados.
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da Braskem:
A análise técnica (secretaria-geral) deveria ser célere, já que o rito sumário é voltado para fusões de baixo risco. No entanto, o superintendente-geral, Alexandre Barreto, pontuou que o caso demanda lupa para entender as repercussões concorrenciais.
Dois fatores pesaram na decisão: intervenção da Abiplast e complexidade societária.
No primeiro caso, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico pediu para atuar como terceiro interessado, trazendo argumentos que o Cade considera relevantes para o interesse público.
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No segundo caso, a nova estrutura de governança entre IG4 e Petrobras exige um exame detalhado antes do aval final.
Não é apenas a concentração de mercado que está sob análise. O Ministério Público Federal (MPF) entrou no circuito em 12 de fevereiro, pedindo que o Cade considere os impactos ambientais em Maceió dentro da análise econômica.
O procurador Ubiratan Cazetta destacou que o afundamento do solo na capital alagoana, decorrente da extração de sal-gema, gerou custos sociais expressivos e obrigações de reparação que afetam a estrutura do mercado.
Vale lembrar que a Braskem fechou um acordo de R$ 1,2 bilhão com o governo de Alagoas em novembro de 2025 e que o pagamento será feito ao longo de 10 anos.
Para o MPF, a questão ambiental possui "inequívoca relevância econômica" e não pode ser ignorada na transferência de controle da companhia.
Agora, a análise do ato de concentração entre Braskem e IG4 passa a ser tratada como prioritária pelo órgão antitruste.
Um dia depois de o Cade aceitar analisar o acordo com mais calma, a Braskem informou que a Braskem Idesa, sua unidade no México, não pagou os juros referentes às notas seniores garantidas com vencimento em 2032.
Segundo comunicado ao mercado, a Braskem Idesa segue em negociações para estabelecer uma estrutura de capital considerada sustentável para a companhia.
No início do ano, a Braskem já havia informado ao mercado que a Braskem Idesa e um grupo de detentores de títulos de dívida internacionais, com vencimentos em 2029 e 2032, não conseguiram chegar a um acordo na primeira rodada de negociações para a reestruturação financeira.
A agência Fitch Ratings comentou em dezembro passado que vê para a Braskem um cenário de spreads petroquímicos ainda pressionados e geração de caixa operacional fraca. A empresa, disse, precisaria manter acesso contínuo a bancos ou ao mercado de capitais para evitar uma reestruturação.
Já no início do mês, o Valor Econômico noticiou que a Braskem Idesa está mais próxima de um possível pedido de Chapter 11 — processo equivalente à recuperação judicial nos Estados Unidos.
*Com informações do Estadão Conteúdo e do Money Times
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