O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
A Petrobras (PETR4) derreteu nesta quarta-feira (8) e R$ 27,9 bilhões de seu valor de mercado escorreram pelo ralo na maior perda em quatro anos. O gatilho para a desvalorização foi petróleo tipo Brent, que caiu 13,3%, a US$ 94,75 o barril, na esteira do anúncio de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
Com isso, a estatal encerrou o pregão de hoje valendo R$ 634,8 bilhões. Na véspera (7), a Petrobras havia alcançado R$ 662,8 bilhões em valor de mercado. O pico histórico, de R$ 677,2 bilhões, foi alcançado em 30 de março.
O tombo a R$ 604,9 bilhões na primeira hora do pregão de hoje, o quarto maior da história da companhia (R$ 57,9 bilhões), fica atrás apenas das perdas de 9 de março de 2020 (R$ 91,12 bilhões), 22 de fevereiro de 2021 (R$ 74,25 bilhões) e 24 de maio de 2022 (R$ 60,45 bilhões).
Durante a tarde, as ações da estatal, que chegaram a cair 9%, moderaram o ritmo de perdas: PETR4 encerrou com recuo de 3,92%, a R$ 46,61, enquanto PETR3 registrou perda de 4,42%, a R$ 51,19.
Na avaliação do analista Gabriel Mollo, da Daycoval Corretora, a queda das ações da estatal reflete a volatilidade do petróleo, que recuou mais de dois dígitos na sessão desta quarta-feira (8). Apesar do movimento, ele considera que os fundamentos da Petrobras não mudaram.
“Mesmo que a guerra termine em breve, ainda deve levar um tempo relativamente maior do que o previsto inicialmente para o Irã reconstruir a sua cadeia produtiva. Portanto, o petróleo deve continuar em níveis elevados, mesmo que cotado abaixo dos US$ 100”, diz Mollo.
Leia Também
Com esse cenário, o analista da Daycoval Corretora prevê que a ação da Petrobras siga atrativa à frente.
Para o head de renda variável da Faz Capital, Alexandre Pletes, apesar da queda observada hoje, o valuation da companhia ainda é atrativo e a expectativa é de um desempenho robusto no primeiro trimestre de 2026 e dividendos altos — no período, a ação da Petrobras disparou 60%.
Segundo Pletes, outro ponto que contribuiu para moderar a queda da Petrobras foi a declaração de que as importações de diesel de maio serão adiadas, uma vez que interna é suficiente para atender o mercado.
“Isso deixa o acionista de Petrobras mais confortável também”, diz.
*Com informações do Money Times
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa