🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

DEPOIS DO RALI

Nubank ganha espaço, Banco do Brasil perde fôlego: onde o Itaú BBA está apostando agora

Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta

Camille Lima
Camille Lima
29 de janeiro de 2026
19:32 - atualizado às 18:07
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11
Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins

Enquanto o Ibovespa renova recordes quase diariamente, encontrar pechinchas no setor financeiro se tornou uma missão mais complexa. Neste início de ano, o fluxo estrangeiro forte empurrou para cima praticamente todas as ações da bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dinheiro voltou e os preços subiram. O problema é que, em muitos casos, os lucros não acompanharam o ritmo da alta. 

O resultado é um mercado em que os valuations já não gritam “oportunidade” como antes. Os grandes bancos, por exemplo, hoje negociam levemente acima das médias dos últimos cinco anos. 

Para o Itaú BBA, isso não significa que a festa acabou — mas indica que a corrida entrou em uma fase mais seletiva. Nem todo papel tem fôlego para seguir avançando.  

No curto prazo, o fluxo pode continuar sustentando a alta. Mas, se o humor virar em um cenário de eventual correção dos preços, alguns tendem a sofrer bem mais do que outros: a conta tende a cair primeiro sobre quem tem menos sustentação de resultados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Banco do Brasil parece barato, mas carrega fragilidades 

À primeira vista, o Banco do Brasil (BBAS3) não parece caro. O papel negocia hoje a múltiplos de preço sobre valor patrimonial (P/VPA) próximos da média histórica. 

Leia Também

O problema, segundo o Itaú BBA, está no outro lado da equação: a rentabilidade

Para 2026, os analistas projetam um retorno sobre patrimônio líquido (ROE) cerca de 8 pontos percentuais abaixo da média histórica do banco. Isso significa que o mercado precifica o BB como se ele fosse entregar uma rentabilidade que, ao menos por agora, não está no horizonte. 

Em um eventual ajuste puxado por fluxo — e não por uma deterioração dos fundamentos —, o Banco do Brasil tende a ser o mais penalizado entre os grandes bancos, na avaliação do banco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bradesco reaparece, Santander fica no meio do caminho 

Entre os incumbentes, o Bradesco (BBDC4) é o principal destaque positivo. É o único grande banco coberto pelo Itaú BBA cuja projeção de rentabilidade para 2026 supera bastante a média dos últimos cinco anos. 

O Santander Brasil (SANB11), por sua vez, ocupa uma posição intermediária. O ROE esperado está em linha com o histórico, mas os múltiplos já estão acima da média. Em outras palavras, não é caro demais, nem exatamente uma barganha, segundo os analistas. 

Nubank ficou para trás — e isso joga a favor 

No universo dos bancos digitais, o Nubank (ROXO34) chama atenção justamente por ter comido poeira em meio ao rali do setor. 

“O Nubank ficou para trás na alta deste ano e ainda parece uma boa opção dentro do setor”, afirmam os analistas do Itaú BBA. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tanto Nubank quanto Inter negociam hoje próximos às médias históricas de valuation. A diferença em relação aos bancos tradicionais está na rentabilidade: ROEs significativamente mais elevados, ainda que com crescimento de lucros mais moderado. 

No caso do Nubank, essa combinação resulta em um dos perfis mais equilibrados do setor neste momento, na visão dos analistas.  

Sem exageros nos múltiplos, com rentabilidade robusta e um histórico consistente de execução, o banco digital aparece como uma porta de entrada mais confortável para quem quer exposição ao setor financeiro, sem correr atrás de ações que já esticaram demais. 

BTG e B3 seguem na liderança  

Entre os nomes ligados a mercados de capitais, o Itaú BBA mantém preferência por BTG Pactual (BPAC11) e B3 (B3SA3)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG negocia a cerca de 12 vezes o lucro — pouco acima da média de cinco anos (11,5 vezes), mas distante dos picos históricos, de 18 vezes.  

Além disso, reúne o melhor histórico de resultados considerando lucros passados, projeções e revisões, segundo os analistas. 

Já a B3 ainda negocia abaixo da média histórica, a cerca de 14 vezes o lucro futuro. Embora mais próxima desse patamar do que no ano passado, a empresa pode encontrar suporte adicional caso o impulso macroeconômico continue, abrindo espaço para um novo ciclo de valorização, segundo os analistas 

“Se o impulso macroeconômico continuar, isso pode servir como suporte para um novo re-rating”, apontam os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E as seguradoras e as adquirentes? 

Na avaliação dos analistas, BB Seguridade (BBSE3) Caixa Seguridade (CXSE3) estão sendo negociadas acima de suas médias históricas de valuation, enquanto estão próximas dos menores níveis de crescimento de lucros dos últimos cinco anos. Para o Itaú BBA, esse é o subsegmento mais vulnerável em caso de correção. 

Do lado das empresas de maquininhas, a dLocal aparece como exceção: negocia com desconto em relação à média histórica e apresenta crescimento de lucros levemente superior aos anteriores, de acordo com os analistas.  

“Com melhores resultados e um desconto maior em relação ao histórico, a dLocal pode ser uma candidata mais adequada para adicionar exposição a beta [maior sensibilidade a movimentos de mercado] do que as adquirentes locais.” 

Onde o Itaú BBA aposta? 

Apesar dos alertas, o Itaú BBA segue construtivo com o setor financeiro como um todo. O potencial de valorização ficou mais limitado, mas as preferências continuam sustentadas por qualidade, previsibilidade e resultados.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Seguimos focados em qualidade e resultados; não há necessidade de inventar moda”, disse o BBA. 

Entre os bancos, Nubank e Bradesco seguem como as principais escolhas. Em mercados de capitais, BTG e B3 continuam no topo da lista. São os nomes com maior capacidade de sustentar ganhos — e atravessar uma eventual correção com menos arranhões.  

“Dada a ausência de mudanças fundamentais, acreditamos que é arriscado — ou taticamente tarde demais — perseguir ações de maior valor relativo, como XP, Banco do Brasil e adquirentes”, afirmam os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BALANÇO

Direcional (DIRR3) tem recorde de rentabilidade no 4T25: “é o nosso maior mérito no resultado”, diz CEO; lucro sobe a R$ 211 milhões

9 de março de 2026 - 20:07

Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida

CÂMBIO

Dólar mergulha no fechamento: como uma única declaração de Trump desarmou a tensão no mercado

9 de março de 2026 - 19:17

A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro

EFEITO DA GUERRA

Até quando a Petrobras (PETR4) vai aguentar? Petróleo acima de US$ 100 aumenta a pressão sobre o reajuste da gasolina

9 de março de 2026 - 19:00

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas

QUERIDINHO DOS ANALISTAS

Ação deste banco “novato” na bolsa pode dobrar de valor — e quatro casas de análise já recomendam a compra

9 de março de 2026 - 17:15

Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação

SOB PRESSÃO

Em busca de fôlego: por que a Oncoclínicas (ONCO3) está pedindo mais tempo para pagar suas dívidas

9 de março de 2026 - 13:19

Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda

NOVA PREFERIDA

Esqueça a Vivo (VIVT3): para o JP Morgan, há ações de telecom ainda mais interessantes na bolsa brasileira e no exterior

9 de março de 2026 - 11:49

Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente

CONVERSAS AVANÇADAS

A joia da coroa: Chevron negocia compra de 30% da Ipiranga com a Ultrapar (UGPA3), diz jornal

9 de março de 2026 - 10:39

A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.

REESTRUTURAÇÃO

Para não entrar pelo cano, a Dexco (DXCO3), dona da Deca e Duratex, reduz linhas de produtos e vende ativos

9 de março de 2026 - 10:02

O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos

RECOMENDAÇÃO

Investindo no agronegócio: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) dominam as recomendações de analistas para março

8 de março de 2026 - 14:23

Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas

BOLSO CHEIO

Disparada no preço do petróleo pode aumentar os dividendos da Petrobras (PETR4); saiba o que esperar e o que já está no radar

8 de março de 2026 - 11:55

Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio

SINAL VERDE

Cade aprova transferência do controle da Braskem (BRKM5) para IG4; gestora se torna sócia da Petrobras (PETR4)

6 de março de 2026 - 19:41

Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia

VENCEDORES X PERDEDORES

Petrobras (PETR4) rouba a cena e chega a R$ 580 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez; Vale (VALE3) perde US$ 43 bilhões em uma semana

6 de março de 2026 - 19:21

Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana

PARA ALÉM DO ROE

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno

6 de março de 2026 - 19:10

Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra

CHORIPÁN NO PIX

Banco do Brasil (BBAS3) passa a oferecer Pix para brasileiros em viagem à Argentina — e nem precisa ser cliente do banco

6 de março de 2026 - 17:01

Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo

DEPOIS DO BALANÇO

Dividendos extraordinários da Petrobras (PETR4)? Estatal responde se caixa com petróleo mais caro vai parar no bolso do acionista

6 de março de 2026 - 16:14

Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência

QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

TROCA DE LIDERANÇA

Fundador da Oncoclínicas (ONCO3) deixa o comando após crise financeira e pressão do mercado. Quem assume como CEO agora?

6 de março de 2026 - 12:02

Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação

OS ÚLTIMOS CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3): venda do principal ativo da empresa ‘flopa’, enquanto falta de pagamento causa corte no rating da empresa

6 de março de 2026 - 11:30

Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros

INJEÇÃO BILIONÁRIA

Cheque bilionário à vista: Simpar (SIMH3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3) podem levantar mais de R$ 3 bilhões

6 de março de 2026 - 9:32

Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes

ENTENDA A OPERAÇÃO

Cosan (CSAN3) pede registro para IPO da Compass, em meio à crise na Raízen (RAIZ4)

6 de março de 2026 - 8:47

Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar