O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Atualização: no dia 3 de março, a Kepler Weber afirmou que a venda para a GPT não foi adiante.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo de venda para a norte-americana Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2).
A brasileira tem R$ 1,32 bilhão de valor de mercado e foi criada em 1925. A companhia está aberta na bolsa desde 1980, mas com a compra pode dar adeus à B3.
A estrutura da transação prevê uma incorporação da totalidade das ações ordinárias da Kepler Weber por uma sociedade controlada pela GPT, a GSI Brasil, de armazéns e de silos, e a Alohomora LXXIV Participações.
A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia focada em produtos para a pós-colheita de grãos.
Isso representa um prêmio de 48,3% sobre o preço médio ponderado por volume (VWAP) das ações da Kepler Weber nos 60 dias antes da concessão da exclusividade pela companhia, em 16 de outubro de 2025.
Leia Também
A empresa, que tem matriz na cidade de Panambi, no Rio Grande do Sul, possui três fábricas e nove centros de distribuição. São quase 2 mil funcionários e presença em 53 países.
Além da gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa, a família fundadora tem 11,59% e há 3,56% de ações em tesouraria. Os 69,56% restantes estão em negociação no mercado.
Por conta da incorporação, cada ação ordinária de emissão da companhia incorporada será substituída, a critério do acionista, por 1 ação preferencial obrigatoriamente resgatável classe A ou classe B de emissão da nova companhia, escritural e sem valor nominal.
O acordo prevê que todas as ações ordinárias serão trocadas, à escolha do acionista, por ações preferenciais resgatáveis Classe A (recebe R$ 11 à vista + R$ 1 retido) ou Classe B (recebe 0,4299 quotas da GPT BR + R$ 8 em caixa + R$ 1 retido).
Os acionistas terão 15 dias, após a assembleia, para escolher entre Classe A ou Classe B. Quem não se manifestar receberá automaticamente a Classe A.
O R$ 1 retido funciona como um earn‑out: R$ 0,70 liberáveis até o quinto aniversário do fechamento e R$ 0,30 até o décimo, ambos sujeitos a compensação por eventuais perdas decorrentes de processos judiciais em curso.
Em síntese, duas opções estão na mesa para os acionistas:
O cálculo do valor da companhia teve como base as demonstrações financeiras de 30 de setembro de 2025. Dessa maneira, desembolsos realizados entre essa data e o fechamento podem reduzir o montante final que será pago.
Se aprovada, a Kepler Weber pode se despedir da listagem no Novo Mercado da B3 e terá o registro convertido para categoria B ou até mesmo cancelado.
O conselho de administração da Kepler Weber aprovou a assinatura da minuta, mas condicionou o prosseguimento ao recebimento, até a convocação da AGE, de comprovação do financiamento (carta do agente financeiro) e de manifestação formal do Fundo VIII gerido pela American Industrial Partners (AIP) sobre aporte de capital.
A GPT, por sua vez, exigiu um compromisso de voto da Trígono (um dos principais fundos acionistas) a favor da operação para manter a oferta.
Vale destacar que a operação ainda depende de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), além de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do compromisso de voto da Trígono.
A Kepler Weber contratou o Itaú BBA para emitir uma fairness opinion, que concluiu que as relações de troca são justas.
O anúncio da operação ocorre alguns dias após a divulgação dos resultados referentes ao quarto trimestre de 2025 da Kepler Weber, que reportou um crescimento de 28,5% no seu lucro líquido no período, saindo de R$ 50,4 milhões para R$ 64,8 milhões.
No mesmo comparativo, o Ebitda recuou 17,7%, totalizando R$ 67,5 milhões. A receita operacional líquida saiu de R$ 460,1 milhões para R$ 398,7 milhões, queda de 13,3%. O lucro por ação (LPA) avançou 30,9%, de R$ 0,2855 para R$ 0,3736.
No acumulado de 2025, a receita líquida totalizou R$ 1,5 bilhão, com retração de 7,3% em relação a 2024, refletindo a dinâmica mais cautelosa de investimentos.
Apesar disso, o ano registrou o terceiro maior volume de toneladas embarcadas dos últimos dez anos, evidenciando a solidez da demanda.
Com Money Times
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os destaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda