O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
"Assim como aconteceu com a nuvem, a inteligência artificial e os agentes vieram para ficar. É uma necessidade para todas as empresas. Não há mais como não usar". Foi assim que Cleber Morais, CEO da Amazon Web Services Brasil, descreveu a IA como uma questão de sobrevivência corporativa durante o BTG Summit 2026 nesta quarta-feira (25).
Para o executivo, a nova onda tecnológica não é opcional: ela já está redesenhando estruturas internas, modelos de negócio e a forma como empresas geram receita.
Segundo Morais, companhias que adotam IA colhem ganhos claros de produtividade, eficiência operacional e redução de custos, além de abrir novas frentes de inovação.
Ele citou exemplos práticos de empresas que reduziram drasticamente o tempo de execução de processos com apoio de automação inteligente, transformando tarefas que levavam horas em minutos.
“É ganho efetivo de resultado”, disse ele durante o painel “Tecnologia e futuro: a visão das Bigtechs”, do BTG Summit 2026, destacando que a tecnologia também amplia a capacidade de resposta ao cliente e melhora margens.
Na avaliação dos executivos presentes no evento, o diferencial brasileiro se destaca nesse cenário.
Leia Também
Para Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, o avanço acelerado da tecnologia no país tem raízes comportamentais.
“O brasileiro usa tecnologia primeiro por curiosidade. Segundo, por necessidade de estar conectado, porque isso é uma forma de exercer a cidadania. E terceiro porque a gente consegue resolver problema de uma maneira melhor. Mais barato, mais rápido, melhor”, afirma.
Segundo ele, desde meados de 2015, com o fortalecimento do empreendedorismo digital, essa característica se intensificou. Hoje, o que se observa é uma busca ativa por acesso à informação e ferramentas tecnológicas, tanto por profissionais quanto por empresas.
“Há uma curiosidade das pessoas de terem essa inteligência democratizada, seja para nós como profissionais, seja para as empresas que olham agressivamente como podem ficar mais produtivas, encontrar novas formas de fazer negócio, interagir com seus clientes e entregar seus produtos e serviços”.
Essa combinação entre criatividade e pragmatismo ajuda a explicar um dado estratégico: o Brasil está entre os três principais mercados do Google em adoção de inteligência artificial. Na avaliação do CEO da big tech “o Brasil tem uma enorme vontade de dar certo”.
Leia também:
Nesse contexto, Morais trouxe um exemplo concreto de como essa capacidade de execução ganhou escala. Segundo ele, o que aconteceu no sistema financeiro nacional se tornou referência internacional.
“O que aconteceu no segmento financeiro é uma referência para o mundo inteiro, o Pix.”
O Pix foi citado como um caso emblemático de infraestrutura digital que elevou o nível de eficiência do mercado, ampliou a inclusão financeira e passou a ser observado por outros países.
Os executivos também destacaram que o Brasil deixou de ser apenas importador de inovação. Startups locais que nasceram apoiadas em infraestrutura de nuvem hoje levam tecnologia brasileira para fora.
Exemplos citados no painel incluem empresas como QuintoAndar e iFood, que escalaram modelos digitais e se tornaram referências globais em seus segmentos.
“O Brasil está no lugar certo na hora certa”, avaliou o executivo destacando que a combinação entre infraestrutura tecnológica, matriz energética competitiva e um ecossistema financeiro digitalizado cria uma janela estratégica para o país na nova corrida da IA generativa.
Além de infraestrutura e mercado, há um ativo intangível que os executivos fizeram questão de destacar: gente.
Coelho lembrou que o Google mantém centros de engenharia no Brasil e que profissionais brasileiros são altamente respeitados globalmente, tanto pela formação técnica quanto pela capacidade de adaptação.
O mesmo ocorre em outras multinacionais de tecnologia, que ampliam suas operações locais com foco em desenvolvimento de produto e inteligência artificial.
*Com informações do Money Times
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos