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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

Camille Lima
Camille Lima
23 de fevereiro de 2026
16:48 - atualizado às 17:01
Agência do Banco Mercantil.
Agência do Banco Mercantil. - Imagem: Reprodução

Quem investe em bancos costuma buscar previsibilidade, solidez e dividendos — e acaba quase sempre parando nos mesmos nomes. Mas, segundo a XP Investimentos, uma oportunidade interessante do setor hoje pode estar fora do radar da maioria dos investidores.

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A corretora vê uma rara janela para embolsar mais de 70% de valorização — mas só para quem está disposto a olhar para longe dos gigantes.

Quem sonha em investir em bancos por sua solidez e rentabilidade pode se deparar com uma rara oportunidade de embolsar mais de 70% de valorização — mas só para quem está disposto a olhar para além dos gigantes do setor, avalia a XP Investimentos.

Quando o assunto é banco na bolsa, o roteiro costuma incluir Itaú Unibanco, Bradesco, Santander Brasil, BTG Pactual e Banco do Brasil. São instituições consolidadas, amplamente cobertas por analistas e presença quase obrigatória nas carteiras.

Mas a XP acaba de revelar uma aposta fora desse grupo. Na última semana, a corretora iniciou cobertura do Banco Mercantil (BMEB3), com preço-alvo de R$ 126.

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Considerando a cotação atual, na casa de R$ 74,50, o potencial de alta estimado chega a 72%. Isto é, um tipo de número que dificilmente costuma aparecer quando se fala em bancos tradicionais — e é justamente aí que começa a história.

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Afinal, quem é o Banco Mercantil?

Fundado em Minas Gerais na década de 1940, o Banco Mercantil construiu sua trajetória longe dos grandes centros financeiros.

O foco sempre foi um: crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS.

Em um setor que costuma premiar escala, o Mercantil apostou na especialização. E, para a XP, esse é um diferencial único e difícil de replicar.

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Segundo a XP, trata-se de um caso pouco comum no sistema financeiro brasileiro: um banco de médio porte com alta rentabilidade, lucros previsíveis e um modelo altamente focado, operando em um nicho regulado e defensivo.

“O banco construiu uma franquia protegida por barreiras regulatórias de entrada, especialmente sua posição de liderança nos leilões do INSS, que juntos criam um funil de aquisição proprietário, com CAC [custo de aquisição de clientes] competitivo e forte recorrência”, avalia a XP.

Vale destacar que o banco chegou a superar o Santander em número de clientes que recebem benefícios do instituto, segundo a corretora.

Além disso, a presença física — que muitas vezes é vista como uma desvantagem em outros modelos — se transformou em um ativo estratégico para o Banco Mercantil, especialmente para clientes menos familiarizados com tecnologia.

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“Por meio desse modelo físico-digital, esperamos que o banco continue se beneficiando de um mercado maduro que ainda apresenta amplo espaço para crescimento, sustentado por sólidas tendências estruturais”, dizem os analistas.

Empréstimos com garantias: o nome do jogo do Mercantil

Se inadimplência costuma ser a principal dor de cabeça dos bancos, o empréstimo com garantias opera quase que como um remédio. Afinal, se o cliente não paga, há um colateral para ser descontado — e, no caso do consignado do INSS, as parcelas são descontadas diretamente do benefício do cliente.

No caso do Mercantil, os empréstimos consignados garantidos pelo INSS são o coração da operação. O produto combina baixo risco de crédito, previsibilidade de fluxo de caixa e recorrência, segundo os analistas.

Mas o modelo vai além do empréstimo inicial. Segundo a XP, o consignado funciona como porta de entrada para um ecossistema mais amplo de produtos — muitos deles de maior margem e risco reduzido.

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“A partir desse relacionamento inicial, o banco aprofunda a monetização por meio de produtos de crédito e de sua plataforma de serviços, o que expande o LTV [valor do cliente ao longo do tempo] sem aumentar o perímetro de risco”, afirma a corretora.

Segundo os analistas, o resultado é um modelo escalável, com forte capacidade de venda cruzada (cross-sell), redução do custo de aquisição e aumento da rentabilidade por cliente.

Crescimento disciplinado, não explosivo

Mas quem busca uma tese baseada em expansão acelerada pode se frustrar. A leitura da XP é diferente: o valor do Banco Mercantil está na disciplina.

Segundo os analistas, a criação de valor vem da originação de crédito mais criteriosa, da eficiência operacional e de uma gestão conservadora de capital e financiamento (funding).

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“Consideramos o Mercantil uma empresa de capital composto defensiva, cuja assimetria não reside na aceleração do crescimento, mas em sustentar um ROE [retorno sobre o patrimônio líquido] elevado com previsibilidade”, afirma a XP.

No terceiro trimestre, o banco encerrou o período com ROE de 45% e lucro de R$ 254 milhões.

Hoje, o papel negocia a cerca de 5 vezes o lucro estimado para 2026. O preço-alvo de R$ 126 embute um múltiplo mais próximo de 10 vezes — patamar que, na visão da corretora, seria condizente com a qualidade do negócio.

Onde estão os riscos do Banco Mercantil?

Como toda tese, a do Mercantil também traz pontos de atenção.

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Eventuais mudanças regulatórias, perda de competitividade nos leilões do INSS ou até mesmo uma deterioração do ambiente macroeconômico podem afetar a dinâmica do negócio, segundo a XP.

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