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Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes
Depois de voltar ao radar do mercado com uma arrancada de quase 200% das ações na bolsa em 12 meses, o Banco Pine (PINE4) decidiu apertar o botão que o mercado já ansiava: um follow-on de quase R$ 400 milhões.
O banco anunciou na manhã desta segunda-feira (23) uma oferta subsequente de ações na B3 para reforçar o caixa e reorganizar a estrutura de capital.
Segundo a instituição, o objetivo é fortalecer a estrutura financeira e reduzir o custo da dívida, em um movimento que pode preparar o terreno para um novo ciclo de crescimento.
O Pine também deixou aberta a possibilidade de, após a oferta e eventuais conversões, avaliar a criação de units para melhorar governança e liquidez das ações no longo prazo.
A oferta prevê a emissão inicial de, no mínimo, 21,8 milhões de ações preferenciais. Considerando a cotação do último fechamento — R$ 12,58 por papel —, o lote base representaria uma captação de aproximadamente R$ 274,99 milhões.
Mas o plano pode ir além. O Pine incluiu a possibilidade de ampliar a oferta em até 45,45% do lote inicial, o que corresponde a cerca de 9,9 milhões de ações adicionais, em caso de excesso de demanda.
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Se o lote extra for totalmente exercido, a operação pode alcançar algo próximo de R$ 399,9 milhões.
A oferta será 100% primária, o que significa que todos os recursos captados vão diretamente para o caixa da instituição. Segundo o Pine, o dinheiro será destinado à otimização da estrutura financeira e de capital.
Vale destacar que, de acordo com o cronograma da oferta, o preço por ação será definido em 3 de março.
O follow-on do Banco Pine é direcionado a investidores profissionais — pessoas físicas ou jurídicas com mais de R$ 10 milhões aplicados — além de investidores estrangeiros. Ainda assim, os acionistas atuais terão direito de preferência para participar da operação.
Entre eles está o controlador e fundador, Norberto Nogueira Pinheiro, que detém pouco mais de 67% do capital do banco e já se comprometeu a adquirir pelo menos 20% do lote base.
Para quem optar por não exercer o direito de preferência, a consequência é a diluição da participação após a conclusão da oferta.
A coordenação da operação ficará a cargo do Itaú BBA, ao lado de BTG Pactual, Bradesco BBI, XP e Banco Safra.
De acordo com o comunicado, o Pine, conselheiros e diretores estarão sujeitos a um lock-up de 90 dias — uma trava que os impede de negociar as posições antes do prazo acordado.
Durante esse período, eles não poderão vender, prometer vender, realizar operações de hedge ou estruturar qualquer transação que transfira, direta ou indiretamente, os efeitos econômicos das ações do banco.
A restrição inclui desde vendas tradicionais até operações mais sofisticadas, como swaps e derivativos vinculados às ações. A ideia é dar previsibilidade ao mercado e evitar pressões adicionais sobre o papel logo após a oferta.
Fundado em 1997 e listado na bolsa desde 2007 — quando se tornou o primeiro banco médio a abrir capital na B3 —, o Pine atua tanto no atacado, com foco em crédito corporativo, quanto no varejo, com destaque para o crédito consignado, tradicionalmente associado a menor inadimplência.
A instituição financeira também mantém presença no agronegócio e no setor imobiliário.
Nos últimos trimestres, a instituição conseguiu entregar resultados mais consistentes, o que ajudou a mudar a percepção do mercado. Em 2025, as ações saltaram cerca de 189% na B3. Neste início de ano, no entanto, amargam perdas da ordem de 6%.
O movimento nos últimos meses foi acompanhado por um novo interesse das casas de análise: o banco passou a ser coberto por quatro corretoras praticamente ao mesmo tempo — todas com recomendação de compra.
A leitura predominante entre os analistas é que o foco em carteiras colateralizadas, com garantias mais robustas e maior previsibilidade de retorno, permitiu ao Pine crescer com risco mais controlado.
Agora, o follow-on pode funcionar como o próximo passo dessa estratégia: ajustar o balanço para sustentar a expansão.
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