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No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Mesmo depois de altas consecutivas e renovações de máximas históricas, ainda há espaço para mais alta na bolsa brasileira, segundo análise do Itaú BBA. Segundo o relatório “Diário do Grafista”, o índice tem como próximo objetivo a região dos 200 mil pontos.
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo. Do lado dos suportes, os níveis de 188.500, 183.000 e 180.000 pontos são as principais referências para manutenção da tendência.
Entre as ações analisadas, os principais papéis do índice seguem em movimento favorável.
A Vale (VALE3) renovou máxima histórica em R$ 91,65 e mantém viés de alta, com próximos alvos projetados acima de R$ 100, desde que sustente o suporte de R$ 82,05 no curto prazo.
A Petrobras (PETR4) também superou seu topo histórico em R$ 39,25 e abriu espaço para novas valorizações, buscando a faixa de R$ 42,05 e R$ 45,50.
Também é o caso de Bradesco (BBDC4), que segue em tendência ascendente, apesar de enfrentar uma zona de resistência relevante em R$ 22,15. A tendência de alta se confirma com a sustentação acima de R$ 19,80.
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Já a B3 (B3SA3) se aproxima de sua máxima histórica mirando R$ 18,70 e pode gerar novo sinal de compra caso consiga romper essa barreira. Neste caso, o novo objetivo seria em R$ 21,50.
No cenário internacional, o S&P 500 apresenta comportamento mais indefinido, enfrentando resistência na região dos 7.000 pontos. Embora ainda mantenha estrutura construtiva, o índice norte-americano pode encontrar o suporte de 6.720 pontos.
O relatório ainda afirma que “No exterior, o movimento ainda é de congestão no curto prazo, mas nada que invalide o comportamento mais forte do mercado brasileiro”.
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