🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

Camille Lima
27 de janeiro de 2026
20:04
Imagem criada do IA tem um fundo vermelho de gráfico de ações em queda. Em primeiro plano, Donald Trump fecha uma torneira com dólares saindo.
Imagem criada por inteligência artificial - Imagem: ChatGPT

dólar já vinha escorregando, mas na reta final do pregão desta terça-feira (27), levou um tombo. E quem empurrou a moeda norte-americana ladeira abaixo foi Donald Trump. O republicano disse q o câmbio está em “ótimo nível”, minimizando a desvalorização global que acontece desde o ano passado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado: o índice DXY, que mede o desempenho do dólar com relação a uma cesta de moedas fortes, tocou o menor nível desde fevereiro de 2022. 

Por aqui, o que se viu foi o mesmo movimento para baixo: a moeda norte-americana caiu 1,38%, cotada a R$ 5,2067, o menor nível desde maio de 2024.  

O dólar passou a operar abaixo de R$ 5,20 ao longo da tarde e furou o piso de R$ 5,20 na última hora de negócios, com mínima de R$ 5,1987 no dia.   

Mais cedo, Luis Stuhlberger disse que Trump fará “o possível e imaginável para o dólar se desvalorizar”.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ele está conseguindo isso, esse movimento ainda não acabou. O que pode mudar em cenário é a midterm election [eleições de meio de mandato nos EUA]”, disse o lendário gestor do fundo Verde durante evento do UBS nesta terça-feira (27), acrescentando que o republicano está “muito mais mal avaliado de qualquer outro presidente norte-americano neste período do mandato”.  

Leia Também

Seu Dinheiro este no evento e você pode conferir aqui a cobertura do painel de Stuhlberger.  

Bolsa e real: uma ajudinha de Trump 

Em janeiro, a moeda norte-americana recua 5,14%, após valorização de 2,89% em dezembro. Em 2025, a divisa caiu 11,18%, maior baixa anual desde 2016. 

Segundo operadores, além de se beneficiar do movimento global de desvalorização, o real também aproveitou o fluxo de recursos estrangeiros para a bolsa brasileira, em dia de alta de mais de 2% das cotações do petróleo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A avaliação é que a diminuição da exposição a ativos norte-americanos, em meio às incertezas provocadas pelas políticas de Trump, continua a beneficiar moedas e bolsas emergentes.  

E ainda tem a cereja do bolo: o impasse orçamentário nos EUA, que vive momentos de turbulência com a política migratória, traz de volta o risco de uma nova paralisação da máquina pública, o famoso shutdown

“O dólar operou em forte queda frente ao real nesta terça-feira, impulsionado pelo diferencial de juros que vêm sustentando o carry trade e pelo fluxo de capital para emergentes”, disse Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.  

Ela também destaca a leitura mais benigna da inflação, que melhora as perspectivas para a economia doméstica.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O IPCA-15 avançou 0,20% em janeiro, abaixo das expectativas, e reforçou apostas em redução da taxa Selic a partir de março. 

Vale lembrar que a perspectiva em torno do desenlace da Super Quarta - com manutenção dos juros aqui e nos EUA — contribui para a valorização do real, dada a permanência de um amplo diferencial de juros que estimula as operações de carry trade.  

  • Carry trade é uma estratégia de investimento que consiste em tomar dinheiro emprestado em um país com juros baixos, converter essa moeda e investir em ativos de outro país com juros mais altos, lucrando com a diferença, mas assumindo o risco de flutuações cambiais. 

Leia também: Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

Ibovespa sobe, mas não está sozinho 

O apetite por ações locais também continuou. Não por acaso, o Ibovespa encerrou o dia com alta de 1,79%, aos 181.919,13 pontos. Durante a sessão, o principal índice da bolsa brasileira atingiu uma nova marca histórica: 183 mil pontos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O Ibovespa operou em alta, impulsionado pela valorização das commodities (especialmente minério de ferro e petróleo), o que favorece o fluxo estrangeiro e sustenta o real. As entradas já totalizam um saldo positivo de US$ 17,7 bilhões até então neste ano na B3, sendo US$ 2 bilhões somente na última sexta-feira", afirma Zogbi, da Nomad.  

Segundo o BTG Pactual, a combinação de entrada de capital estrangeiro, possível inflexão nos resgates de fundos locais e expectativa de queda dos juros cria um "vento favorável" adicional para as ações brasileiras ao longo de 2026. 

Esse movimento de alta, no entanto, não se restringe apenas ao mercado doméstico. Em janeiro, até aqui, a Colômbia subiu 24% em dólar, enquanto o Brasil avançou 15%, Chile, 14%, e México 10%. Por sua vez, o S&P 500 — índice amplo de Nova York — ganhou apenas 1%.  

“Também olhamos para mercados emergentes, como Chile, Coreia do Sul e Colômbia. A Colômbia, por exemplo, está voando. Esse processo de retirar uma parcela dos recursos dos EUA e alocar no resto do mundo está gerando um deslocamento de preços gigantesco”, disse Rodrigo Azevedo, fundador da Ibiuna Investimentos, durante evento do UBS nesta terça-feira (27).  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dólar em queda, S&P 500 em nível histórico 

As bolsas de Nova York fecharam sem uma direção comum, em sessão marcada por desempenho positivo no setor de tecnologia, com os investidores otimistas com os balanços da semana.  

De um lado, o S&P 500 registrou seu maior valor histórico no pregão, por outro, a queda das ações da UnitedHealth pressionaram o Dow Jones

O Dow fechou em queda de 0,83%, aos 49.003,41 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 0,91%, aos 23.817,10 pontos. O S&P 500 subiu 0,41% aos 6.978,60 pontos, renovando recorde de fechamento e de máxima aos 6.988,82 pontos. 

O grupo das Sete Magníficas teve destaque positivo em Wall Street, com as ações da Apple avançando 1,1%, enquanto as da Microsoft subiram 2,19%.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

MetaMicrosoft Tesla divulgam balanços após o fechamento do pregão de amanhã (28). A Apple apresentará seus resultados na quinta-feira (29). 

Na contramão, as ações da UnitedHealth despencaram 19,6% após a companhia do setor de saúde anunciar um tombo no lucro no quarto trimestre.  

As ações da empresa ainda sofreram o impacto dos relatos de que as taxas de pagamento do Medicare para 2027 ficaram bem abaixo do que Wall Street esperava em meio a pressões do governo Trump para redução de custos com assistência médica no país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar