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Em Belém, negociadores tentam conciliar a exigência de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, com o impasse no financiamento climático e o risco de adiar as metas de adaptação para 2027
A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) segue em Belém, com representantes de 194 países tentando chegar a um consenso para enfrentar a crise climática. O objetivo final da conferência é fechar textos e possíveis acordos para ações concretas de financiamento, adaptação e metas de redução de gases que causam o aquecimento global.
No debate atual da COP30, as partes tentam chegar a um consenso sobre 100 indicadores globais de adaptação, ponto de partida para indicar se os países estão avançando nas ações de adaptação e resiliência. No entanto, após a primeira semana de negociações, alguns pontos apresentam impasse, enquanto outros são vistos com mais otimismo pelos participantes.
O financiamento climático é o tema mais delicado. O problema gira em torno do Artigo 9.1 do Acordo de Paris, que obriga as nações ricas (países desenvolvidos) a financiar as ações climáticas em países mais pobres (países em desenvolvimento).
Na COP29, o valor anual de financiamento foi fixado em US$ 300 bilhões, montante considerado insuficiente pelos países em desenvolvimento e por especialistas no tema. Para acelerar as ações, a presidência da COP30 propôs mobilizar recursos de até US$ 1,3 trilhão ao ano, mas não há certeza de que um compromisso financeiro nessa escala será aprovado .
Outro grande tema em disputa na COP30 são as metas de redução de emissões, chamadas de Contribuições Nacionais Determinadas (NDCs).
O conjunto dessas metas ainda é considerado tímido. Segundo cientistas, seria preciso reduzir 5% ao ano as emissões pelos próximos anos, começando de forma imediata. No entanto, essas emissões podem crescer 1% somente neste ano em relação a 2024.
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Se o ritmo atual continuar, a meta de limitar o aquecimento global a 1,5ºC será ultrapassada, e a temperatura do planeta pode subir muito acima dos 2ºC, o que é considerado um cenário catastrófico.
O cientista sueco Johan Rockström, do Instituto Potsdam para pesquisa sobre impacto climático, afirmou na conferência que não há tempo a perder nesse processo de mitigação e transição para longe dos combustíveis fósseis, responsáveis por 75% do problema do aquecimento global.
A Meta Global de Adaptação (GGA) busca aprimorar a capacidade dos países de se prepararem e se recuperarem de catástrofes causadas pelas mudanças climáticas.
O Grupo Africano, que representa 54 países do continente, defendeu a ideia de postergar a decisão final sobre essas metas para 2027. Observadores e países, como o Brasil (que teve eventos extremos recentes no Sul), temem que esse atraso desacelere as ações e os investimentos necessários para proteger as nações mais vulneráveis.
Apesar dos impasses financeiros e de adaptação, há sinais de otimismo em relação aos combustíveis fósseis. principalmente. Uma nova coalizão de países emergiu para sinalizar um mapa do caminho para a transição energética.
Pelo menos 23 países aderiram até agora ao compromisso informal de abandono gradual dos combustíveis fósseis. Entre eles estão Reino Unido, Alemanha, União Europeia e Colômbia.
Apesar do desafio de transformar o impulso inicial em "decisões claras e coerentes", os avanços no debate sobre a urgência de proteger florestas tropicais e a transição energética têm sido vistos como passos positivos.
*Com informações da Agência Brasil.
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