O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A rentabilidade (ROE) anualizada chegou a 35% no entre julho e setembro, mais um recorde para o indicador, de acordo com a incorporadora
Ao longo deste ano, a Direcional (DIRR3) se tornou a queridinha dos analistas e gestores na esteira do bom momento do Minha Casa Minha Vida (MCMV). Neste trimestre, os resultados da empresa estavam sendo esperados com bastante ânimo pelo mercado — com a incorporadora sendo vista como um dos possíveis destaques positivos da temporada.
E parece que a companhia dirigida por Ricardo Gontijo não fez feio e segue surfando o bom momento do programa, entregando algumas linhas do balanço que superaram as expectativas do mercado, segundo o consenso compilado pela Bloomberg.
A incorporadora apresentou lucro líquido de R$ 229,6 milhões entre julho e setembro de 2025, montante 25% maior do que o obtido no mesmo período de 2024. A projeção da Bloomberg apontava para R$ 218 milhões.
Excluindo os impactos de juros, swaps de ações e outras despesas classificadas como não recorrentes, a companhia registrou lucro líquido de R$ 204,7 milhões, o que representa um crescimento de 31,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Esse desempenho é impulsionado, principalmente, pelo aumento no volume de lançamentos e vendas de imóveis nos últimos trimestres, beneficiado pela melhora nas condições do Minha Casa Minha Vida — um cenário que contribuiu para o crescimento da receita e a diluição das despesas.
“Vimos a ampliação do mercado endereçável e o aumento do poder de compra das famílias serem refletidos em mais um trimestre de fortes alcances nas principais métricas operacionais”, disse a companhia.
Leia Também
A Direcional também ressalta a pronta disponibilidade de produtos em estoque e no pipeline, adequados à Faixa 4 do Minha Casa Minha Vida. Isso inclui principalmente o portfólio da Riva, subsidiária da empresa, que antes da criação da Faixa 4 operava acima do MCMV, mas ganhou destaque com a ampliação do programa.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 301,7 milhões, salto de 36,2% na comparação anual. A margem Ebitda ajustado foi a 26,1%, ganho de 1,7 ponto porcentual (p.p.). A expectativa medida pela Bloomberg era de Ebitda de R$ 313 milhões, com margem de 26,3%.
A receita líquida, por sua vez, veio em linha com o esperado, subindo 27,1%, para R$ 1,1 bilhão.
A rentabilidade (ROE) anualizada chegou a 35% no trimestre, mais um recorde para o indicador, segundo a Direcional.
A companhia também enfatizou que atingiu a maior margem bruta ajustada de sua história, a 42,1%. Além disso, a margem a ser apurada com os resultados dos próximos períodos (margem REF) foi de 45,2%, sinalizando uma possível melhoria nos ganhos futuros.
A Direcional reportou uma geração de caixa de R$ 113 milhões, sendo R$ 67 milhões vindos de efeitos não recorrentes. Enquanto isso, a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e patrimônio líquido, caiu de 4,1% no ano anterior para 3,8% neste trimestre, com dívida líquida de R$ 104 milhões.
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros