O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O patrimônio da presidente do conselho do Magalu encolheu US$ 1,6 bilhão apenas nos primeiros cinco meses deste ano
A queda brusca das ações do Magazine Luiza (MGLU3) não afetou apenas a rentabilidade da carteira de muitos investidores, mas provocou também a saída de Luiza Trajano da lista global de bilionários da Forbes.
A presidente do conselho administrativo da varejista perdeu parte significativa de sua fortuna com o recuo, que já ultrapassa os 87% nos últimos 12 meses.
Segundo informações da revista, o ápice financeiro da empresária foi registrado em julho do ano passado. Na época, seu patrimônio era avaliado em US$ 5,6 bilhões (ou cerca de R$ 28,6 bilhões).
De lá para cá a fortuna de Luiza - que é sobrinha de Luiza Trajano Donato, a fundadora do Magalu, e também já foi presidente da empresa - acompanhou a queda das ações. Ainda de acordo com a Forbes, ela perdeu US$ 1,6 bilhão (R$ 8,1 bilhões) apenas entre janeiro e maio deste ano.
A espiral descendente das ações do Magazine Luiza e da fortuna de Luiza Trajano está relacionada, em grande parte, ao cenário macroeconômico bastante desfavorável. Durante o auge da pandemia, a empresa cresceu de maneira robusta — o e-commerce ganhou força e os juros baixos estimulavam o consumo —, mas o cenário agora virou de cabeça para baixo.
A inflação persistentemente alta obriga os BCs a elevarem juros: por aqui, a Selic já está em 12,75% ao ano; nos EUA, os Fed Funds atingiram o patamar de 0,75% a 1%. E vem mais por aí: as duas instituições já indicaram que devem subir mais as taxas em reuniões marcadas para amanhã (15).
Leia Também
Associado a isso, há também a desaceleração econômica. Juros altos tendem a encarecer os financiamentos bancários e reduzir o ritmo de consumo — uma questão bastante relevante para as empresas mais expostas à dinâmica da atividade doméstica.
As compras on-line já não têm mais o mesmo apelo com a reabertura da economia; isso, no entanto, não se reverteu num aumento expressivo das vendas nas lojas físicas.
Em paralelo, há o aumento na competição estrangeira no já acirrado e-commerce brasileiro. Além de Mercado Livre e Amazon, empresas asiáticas como Shopee, Shein e Aliexpress passaram a investir pesadamente em publicidade, atraindo consumidores e vendedores para os seus próprios marketplaces.
Apesar do patrimônio menor, Luiza Trajano ainda é considerada uma das pessoas mais ricas e influentes do país. Ela foi eleita pela revista americana Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo no passado.
Vale destacar que a presidente do CA do Magazine Luiza (MGLU3) foi única brasileira na lista, formada por políticos, artistas, esportistas e representantes do setor privado do mundo todo.
O ranking é dividido em subcategorias, e Luiza Trajano está na classe "Titãs". Ao seu lado, aparecem nomes como o da ginasta Simone Biles; do CEO da Apple, Tim Cook; do jogador de futebol americano Tom Brady; e da roteirista Shonda Rhymes.
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista