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Títulos públicos

Veja os preços e as taxas do Tesouro Direto nesta segunda-feira

Confira os preços e taxas de todos os títulos públicos disponíveis para compra e resgate

29 de julho de 2019
10:24
Selo para série preços e taxas do Tesouro Direto com uma sacola de dinheiro com pernas subindo e uma porcentagem caída no chão
Imagem: Montagem Andrei Morais/Shutterstock

As taxas do Tesouro Direto abriram em queda nesta segunda-feira (29). O Tesouro IPCA+ 2024 (NTN-B Principal) é negociado com taxa de 2,88% ao ano mais IPCA, por um valor mínimo de R$ 56,04, enquanto que o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050 (NTN-B) é negociado com taxa de 3,62% ao ano mais IPCA e aplicação mínima de R$ 47,27.

Já o Tesouro Prefixado 2022 (LTN) está pagando 5,87% ao ano para quem o comprar nesta segunda-feira, com aporte mínimo de R$ 34,83; finalmente, o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2029 (NTN-F) está remunerando 7,19% ao ano, por valor mínimo de R$ 35,76.

O único Tesouro Selic (LFT) disponível para compra atualmente no Tesouro Direto, com vencimento em 2025, está remunerando Selic + 0,02% para quem o levar até o fim do prazo. A aplicação mínima é de R$ 102,28.

Lembre-se de que essas taxas do Tesouro Direto só são válidas para quem adquirir o título hoje e o levar até o vencimento. Na venda antecipada, o retorno pode ser bem diferente, uma vez que a venda é sempre feita a preço de mercado.

Confira os preços e taxas do Tesouro Direto nesta segunda-feira

Preços e taxas do Tesouro Direto em 29 de julho de 2019

Sobre o Tesouro Direto

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional para compra e venda de títulos públicos federais on-line pela pessoa física. O investimento mínimo é de apenas R$ 30, desde que essa quantia não seja inferior a 1% do valor de um título.

Para investir no Tesouro Direto, o ideal é abrir conta em uma corretora de valores que não cobre taxa de administração. Dessa forma, o único custo do investimento, além dos impostos, é a taxa de custódia paga à bolsa, de 0,25% ao ano.

Os títulos públicos federais são os investimentos de menor risco de crédito da economia brasileira, pois são garantidos pelo governo. Mas há risco de mercado, uma vez que há volatilidade nos preços.

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