Menu
Dados da Bolsa por TradingView
2019-10-14T14:22:27-03:00
Estadão Conteúdo
E lá vamos todos novamente

EUA e China anunciam retomada de negociações comerciais

Duas maiores economias do mundo anunciaram uma nova trégua na guerra comercial para tentar chegar a um consenso

29 de junho de 2019
11:30 - atualizado às 14:22
Guerra comercial, China, Estados Unidos EUA
Xi Jinping (China) e Donald Trump (EUA) - Imagem: Shutterstock

Após uma reunião que durou aproximadamente duas horas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o presidente da China, Xi Jinping, anunciaram uma nova trégua na guerra comercial travada entre as duas maiores economias do mundo e apontaram para a continuidade das negociações comerciais entre os dois países.

"As negociações estão de volta aos trilhos. Tivemos uma reunião muito boa com o presidente Xi. Eu diria excelente até", disse Trump a repórteres após o encontro com o líder chinês, que ocorreu em Osaka, Japão, às margens da reunião de cúpula do G20.

Os EUA ameaçavam impor tarifas de 25% sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses que ainda não sofriam com barreiras comerciais americanas.

Caso as tarifas fossem impostas, praticamente todos os bens chineses importados pelos EUA seriam penalizados com tarifas.

De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, Trump concordou em não impor as tarifas adicionais e os dois lados se mostraram dispostos em reiniciar as negociações comerciais com base na "igualdade e respeito".

Além da retomada das conversas, Trump disse ter permitido que a gigante chinesa de telecomunicações Huawei pudesse voltar a comprar produtos americanos.

De acordo com ele, as questões relativos à empresa serão resolvidas no fim das negociações comerciais. Ele apontou, ainda, que a prisão da diretora-financeira da Huawei, Meng Wanzhou, não foi discutida em seu encontro com Xi Jinping.

Em troca da trégua tarifária e das concessões à Huawei, Trump disse que os chineses comprarão ainda mais produtos agrícolas americanos. "Eles vão comprar tremendas quantidades de alimentos", comentou o americano.

Quanto às novas negociações sino-americanas, o presidente dos EUA disse que o trabalho com a China começará "de onde paramos" com a finalidade de que um acordo entre as duas partes seja alcançado.

"Eu não estou com pressa", afirmou Trump durante coletiva de imprensa. Ele apontou, ainda, que seu governo fará reuniões em breve sobre como lidar com a Huawei, que está em uma lista de empresas que não podem receber tecnologia de origem americana sem a aprovação da Casa Branca.

"Estamos falando de equipamentos, onde não há um grande problema de emergência nacional", disse Trump.

Comentários
Leia também
UMA OPÇÃO PARA SUA RESERVA DE EMERGÊNCIA

Um ‘Tesouro Direto’ melhor que o Tesouro Direto

Você sabia que existe outro jeito de investir a partir de R$ 30 em títulos públicos e com um retorno maior? Fiz as contas e te mostro o caminho

O futuro está no céu

A acirrada corrida pelo ‘carro voador’

Além de chamar a atenção no mercado de capitais, as startups de “carros voadores” estão atraindo talentos e parceiros de setores mais tradicionais da economia

XP anuncia investimento na edtech Resilia

A Resilia é uma edtech que combina tecnologias que potencializam o aprendizado individualizado e em comunidade com um método de ensino que capacita potenciais talentos de uma forma mais rápida para o mercado digital

Análise

Investir em ações de banco ainda é uma boa? Veja 3 motivos que deixam a XP Investimentos cautelosa

Se no ano passado a postura era otimista, agora os analistas do setor financeiro da XP estão mais cautelosos, já que o cenário é de preços elevados dos ativos e uma concorrência e intervenções regulatórias preocupantes.

REFORMA TRIBUTÁRIA

PIB pode crescer 1,6% com redução de IR para empresas, indica estudo

O cálculo de 20% teve como base comportamento das empresas depois de um dos maiores aumentos na alíquota do imposto sobre dividendos no mundo – na França, em 2013, de 15,5% para 46%

ESG

‘Equidade racial se tornou prioridade dentro da Vivo’, diz presidente

Dentro da extensa agenda ESG, que concentra ações ambientais, sociais e de governança, a Vivo aposta na equidade racial

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies