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2019-04-02T19:01:20-03:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Privatizações

Banco do Brasil avança em processo de venda de participação na Neoenergia

O BB entrou em acordo com a espanhola Iberdrola, sócia na companhia, para se desfazer das ações por meio de uma oferta pública de ações na bolsa

2 de abril de 2019
19:01
Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil
Rubem de Freitas Novaes - Imagem: Reprodução/YouTube

O Banco do Brasil deve dar início ao processo de venda de participações consideradas não-estratégicas na gestão do novo presidente Rubem Novaes com a participação de 9,3% que detém na Neoenergia.

O BB entrou em acordo com a espanhola Iberdrola, sócia na companhia, para se desfazer das ações por meio de uma oferta pública de ações na bolsa, afirmou Novaes a jornalistas.

Questionado se a operação pode acontecer ainda neste semestre, o presidente do Banco do Brasil respondeu simplesmente: "Se Deus quiser". A oferta de ações da Neoenergia vai ser coordenada pela própria área de banco de investimento do BB, além dos americanos Bank of America Merrill Lynch (BofA) e J.P. Morgan.

"A linha mestra é se desfazer do que não tem relação nem sinergia com as atividades na nave-mãe do banco", afirmou Novaes, que participou hoje de evento promovido pelo Bradesco BBI.

Além das participações em empresas, o Banco do Brasil pretende vender participações em unidades de negócio como o banco de investimentos e a BB DTVM, área de gestão de fundos.

Nos dois casos, o caminho provável que o banco deve adotar antes da venda na bolsa é uma parceria com um sócio estratégico, segundo Novaes.

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