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2018-09-24T16:41:37-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Plano de negócios

Você vai ter que esperar mais alguns meses para saber os próximos passos da Petrobras

Expectativa é de que o plano de negócios para 2019 traga mais informações sobre as plataformas de petróleo que serão instaladas em Búzios 5

24 de setembro de 2018
16:41
Expectativa e espera
Plano de negócios da Petrobras deve trazer um panorama sobre a instalações de plataformas em Búzios 5 - Imagem: Shutterstock

Vai chegando o fim do ano e os investidores já começam a especular quais serão os próximos passos das empresas de capital aberto no país. Mas, se você está na lista dos que negociam Petrobras, saiba que as novidades sobre a petroleira vão demorar mais um tempinho para sair.

O diretor de desenvolvimento da produção e tecnologia da estatal, Hugo Repsold, disse nesta segunda-feira, 24, que o Plano de Negócios da Petrobras será anunciado apenas em dezembro.

Apesar do banho de água fria, Repsold soltou algumas pistas do que deve entrar no planejamento da companhia. As plataformas que serão instaladas em Búzios 5, cuja licitação para construção das unidades deverá ficar para 2021, são algumas delas. Além disso, a Petrobras espera para o ano que vem a entrada de várias plataformas e aumento de cerca de 10% na produção.

É pra já

Repsold também soltou que a plataforma P-77 da Petrobras já deixou o estaleiro da China e está a caminho do Brasil, onde deve chegar em cerca de três meses. A P-77 será instalada no ano que vem no campo de Búzios 4, na bacia de Santos, onde já estão instaladas as plataformas P-74 (em produção) e a P-76 (ancorada).

Todas têm capacidade de produzir 150 mil barris diários de petróleo, assim como a P-76, que está saindo de um canteiro de obras no Brasil em direção ao campo.

Meta será cumprida, apesar de tombo

Este ano, apesar de queda de 0,8% da produção de petróleo em julho, a estatal prevê atingir a meta de 2,7 milhões de barris diários no final deste ano. O preço do petróleo, que nesta segunda atingiu a máxima dos últimos quatro anos ao ser cotado a US$ 80 o barril (intraday), é um motivador para garantir os planos de crescimento.

*Com Estadão Conteúdo.

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