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Vendas no varejo caem 1,3% em setembro ante agosto

Na comparação ao mesmo período do ano passo, houve alta de 0,1%; números vieram dentro da expectativa de especialistas

13 de novembro de 2018
9:25 - atualizado às 13:08
Varejo
Vendas no varejo - Imagem: Alex Silva/Estadão Conteúdo

As vendas do comércio varejista registraram uma queda de 1,3% em setembro ante agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira, 13.

O resultado veio dentro das estimativas de especialistas ouvidos pelo "Broadcast", do Estadão, que previam desde uma queda de 1,30% a avanço de 2,10%, com média de -0,15%.

No ano, o varejo acumula alta de 2,3%. Já em 12 meses, o avanço foi de 3,3% em agosto para 2,8% em setembro.

Na comparação ao mesmo mês do ano passado, as vendas acumularam alta de 0,1%. O número também está dentro da expectativa dos especialistas, que previam desde uma estabilidade, 0 %, a expansão de 3,50% com média de 1,55%.

O recuo de 1,3% no volume de vendas do comércio varejista no período foi puxado pelos setores de Combustíveis e lubrificantes (-2,0%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%), e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,0%).

"Não há a menor dúvida, teve uma perda de ritmo no varejo em setembro", disse Isabella Nunes, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio.

O que puxou a queda?

Segundo a pesquisadora, os aumentos nos preços dos combustíveis e dos alimentos detectados pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em setembro impactaram as vendas dos supermercados e dos postos de combustíveis. As duas atividades respondem juntas por 62,4% do varejo. "Essas são as duas principais atividades com pressão maior de inflação", lembrou Isabella.

As demais perdas ocorreram em Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,0%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,4%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,2%).

Por outro lado

Na direção oposta, houve crescimento em Móveis e eletrodomésticos (2,0%) e Tecidos, vestuário e calçados (0,6%). "Isso guarda alguma relação com a melhora na taxa de juros. Embora esteja bastante distante de 2014, ela mantém o recuo", justificou Isabella Nunes.

Quanto ao comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o volume de vendas caiu 1,5% em setembro ante agosto. As vendas de Veículos, motos, partes e peças tiveram ligeira queda de 0,1%, enquanto Material de construção teve redução de 1,7%.

*Com Estadão Conteúdo 

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