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Vinícius Pinheiro
O melhor do Seu Dinheiro
Vinícius Pinheiro
2019-05-22T19:32:23+00:00
Seu Dinheiro na sua noite

15 anos esta noite

22 de maio de 2019
19:32
O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Andrei Morais/Seu Dinheiro

Um dos grandes marcos do mercado de capitais brasileiro está para completar 15 anos. Trata-se da oferta de ações da empresa de cosméticos Natura.

A abertura de capital aconteceu no dia 26 de maio de 2004 na antiga Bovespa - bem antes da fusão com a BM&F e da mudança de nome para B3. Desde então, as ações da companhia se valorizaram mais de 1.250%, de acordo com a Economatica.

Só que os ganhos não foram apenas dos acionistas. O IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial) da Natura abriu terreno para mais de uma centena de empresas virem a mercado nos anos seguintes.

Para você ter uma ideia, quando a companhia colocou os pés na bolsa, havia apenas uma empresa listada no Novo Mercado, o segmento que reúne as ações de companhias com práticas mais rigorosas de governança corporativa. Hoje são 140.

Na época da oferta de ações, a Natura já era uma empresa grande, com faturamento da ordem de R$ 2 bilhões. Nada comparado ao tamanho que ganharia nos anos seguintes, com o crescimento das vendas e aquisições estratégicas.

Mas quis o destino que o negócio mais importante da história da empresa tenha saído justo na véspera de completar 15 anos na bolsa. Logo depois do fechamento da bolsa, a Natura anunciou a compra da americana Avon, sua grande rival histórica.

O negócio, se for aprovado em todas as etapas burocráticas que ainda vêm por aí, formará um grupo com faturamento anual de US$ 10 bilhões (ou pouco mais de R$ 40 bilhões).

A notícia de que a compra estava bem perto de ser selada fez as ações da Natura dispararem mais de 9% hoje na B3. Saiba mais sobre essa grande aquisição que acaba de sair do forno.

Trégua merecida

Já estava na hora de a bolsa ter um dia de sossego depois das subidas e descidas nas dunas dos últimos pregões. Nessa pausa para respiro, o Ibovespa fechou em leve queda, assim como o dólar. Mas a pequena oscilação no fim do dia não significa que tenha faltado notícia durante as negociações. Que o diga o Victor Aguiar, que conta para você todos os detalhes do que rolou nos mercados.

Azul é o novo laranja?

Sai o laranja do Banco Inter e entra o azul do Banco Pan? Com planos de lançar ainda neste ano uma conta digital completa voltada para a população das classes C, D e E, o Pan se tornou um dos grandes destaques da bolsa neste ano. Só hoje as ações do banco controlado pelo BTG Pactual e pela Caixa dispararam 23%! Quem investiu nos papéis espera uma repetição do filme do Inter, cujo valor de mercado se multiplicou por três em um ano. Eu conto mais sobre o banco e a valorização das ações nesta matéria.

Oferta de ações? Lá no posto BR

A Petrobras segue firme e forte na sua missão de vender ativos que não são considerados estratégicos. Depois de abrir o capital da BR Distribuidora, a estatal aprovou a venda do controle da empresa de postos de combustíveis por meio de uma oferta pública de ações na B3. Vale a pena conferir os detalhes dessa história que promete abalar ainda mais os mercados amanhã.

Um passo de cada vez

Rodrigo Maia resolveu abrir o jogo sobre a reforma da Previdência. Em uma rara declaração sobre as negociações nos bastidores da Congresso, o presidente da Câmara falou quais pontos já estão definitivamente fora do projeto e quais ainda estão na corda bamba. E por falar em corda bamba, o sistema de capitalização não parece ser uma questão urgente para Maia, como você confere nesta matéria.

Bem vindo ao mundo real

Chegou mais uma vez a hora do governo fazer as contas sobre suas receitas e despesas. Você já deve ter percebido que a coisa está feia, e foi por isso que muita gente recebeu com surpresa o fato de que, nos cálculos divulgados hoje em Brasília, nada foi cortado dos ministérios. Infelizmente não podemos dizer o mesmo da estimativa para o PIB neste ano, que mais uma vez sofreu cortes pela equipe econômica. Confira os detalhes das contas e projeções do governo.

Dançou com a irmã e lavou as mãos

Dizem que acompanhar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, é tão sem graça quanto dançar com a irmã. Mas isso não significa que o homem responsável pela condução dos juros no país não mande seus recados. No discurso de hoje, por exemplo, Campos Neto sinalizou que o BC já fez sua parte no processo de retomada da economia. Sabe o que isso significa? Confira na reportagem do Eduardo Campos.

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